Bolsa de estudo em Engenharia Elétrica
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Ainda em dúvida se Engenharia Elétrica é para você? Leia o guia do curso: o que faz, áreas de atuação, estágio e salário.
Sobre o curso de Engenharia Elétrica
Tudo que liga, move ou ilumina passou por um engenheiro eletricista. Em cinco anos você aprende a gerar, transmitir, distribuir e usar energia elétrica com segurança e eficiência — da usina à instalação do prédio. Registro no CREA.
O curso
Engenharia Elétrica é um bacharelado de cinco anos (dez semestres), conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Engenharia, com laboratórios, projeto integrador e estágio supervisionado. O exercício da profissão exige registro no sistema CONFEA/CREA.
O que se estuda
O ciclo básico traz cálculo, física, química e programação. A formação profissional reúne circuitos elétricos, eletromagnetismo, máquinas elétricas, sistemas de potência, eletrônica de potência, instalações elétricas, controle e energias renováveis.
Onde atua quem se forma
O engenheiro eletricista atua em concessionárias de energia, usinas e parques solares e eólicos, indústrias, construtoras, empresas de projetos e manutenção, consultorias e órgãos reguladores.
O que faz quem se forma em Engenharia Elétrica
O engenheiro eletricista projeta, constrói e mantém os sistemas que levam energia até onde ela é necessária: redes de distribuição, instalações de prédios e fábricas, subestações, sistemas de automação e geração de energia limpa.
No dia a dia, calcula cargas, dimensiona cabos e proteções, elabora projetos, fiscaliza obras e garante a segurança das instalações. Com a expansão da energia solar e eólica e da mobilidade elétrica, a área ganhou novas frentes de trabalho.
Engenharia Elétrica: duração, atuação e salário
- Grau
- Bacharelado
- Duração
- 5 anos (10 semestres)
- Carga horária
- 3.600 horas, no mínimo, com estágio obrigatório
- Modalidade
- Presencial e semipresencial. Laboratórios e estágio são presenciais
- Registro
- CREA do estado, obrigatório para exercer e assinar projeto
Onde trabalha
- Geração, transmissão e distribuição — concessionárias, usinas e operadoras de rede.
- Energias renováveis — projetos e instalação de energia solar e eólica.
- Instalações elétricas — projetos para edifícios, indústrias e infraestrutura.
- Automação e controle industrial — fábricas, processos e manutenção.
- Eficiência energética — consultoria para reduzir o consumo de empresas.
- Setor público — órgãos reguladores e concursos em estatais e prefeituras.
- Docência e pesquisa.
Mercado e salário
O engenheiro está amparado pela Lei nº 4.950-A/1966, que fixa o piso de seis salários mínimos para a jornada de seis horas, com acréscimo para as horas além disso. Acima do piso, o salário varia por setor, região, porte da empresa e experiência: indústria, energia e consultoria costumam remunerar melhor que o setor de serviços, e a especialização e a experiência em projetos pesam muito.
O mercado tem uma base permanente — toda atividade usa energia — e frentes em crescimento, como energia solar distribuída, eficiência energética e eletrificação da frota. Por outro lado, o desempenho das empresas depende de ciclos econômicos, e a vaga mais concorrida é a de grandes concessionárias.
Dados do guia, atualizados em 07/10/2026. Ver o guia completo, com as fontes.