Bolsa de estudo em Engenharia Florestal
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Ainda em dúvida se Engenharia Florestal é para você? Leia o guia do curso: o que faz, áreas de atuação, estágio e salário.
Sobre o curso de Engenharia Florestal
Engenharia Florestal é o curso de quem quer cuidar das florestas e viver delas de forma sustentável. Em cinco anos você aprende manejo, silvicultura e conservação, para atuar com madeira, celulose e meio ambiente. Registro no CREA.
O curso
Engenharia Florestal é um bacharelado de cinco anos (dez semestres), conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Engenharia Florestal. O exercício da profissão exige registro no sistema CONFEA/CREA.
O que se estuda
O curso estuda silvicultura, manejo florestal, dendrologia, solos florestais, proteção florestal, tecnologia da madeira, geoprocessamento, legislação ambiental e recuperação de áreas degradadas.
Onde atua quem se forma
O engenheiro florestal atua em empresas de papel e celulose e madeira, reflorestamento, consultorias ambientais, órgãos públicos e unidades de conservação, ONGs e pesquisa.
O que faz quem se forma em Engenharia Florestal
O engenheiro florestal planeja o plantio e o manejo de florestas, calcula a produtividade, protege contra incêndios e pragas e recupera áreas degradadas. Também elabora planos de manejo e estudos ambientais.
Atua em empresas florestais, consultorias e órgãos ambientais, e ganhou espaço com os mercados de carbono e de restauração ecológica.
Engenharia Florestal: duração, atuação e salário
- Grau
- Bacharelado
- Duração
- 5 anos (10 semestres)
- Carga horária
- 3.600 horas, no mínimo, com estágio obrigatório
- Modalidade
- Presencial. Laboratórios e estágio exigem presença
- Registro
- CREA do estado, obrigatório para exercer e assinar projeto
Onde trabalha
- Empresas florestais, de papel e celulose e de madeira — plantios e manejo.
- Consultoria e licenciamento ambiental.
- Restauração ecológica e mercado de carbono.
- Unidades de conservação e órgãos ambientais — por concurso.
- Siderurgia e bioenergia — carvão e biomassa.
- Geoprocessamento e inventário florestal.
- Pesquisa e docência.
- Empreendedorismo — viveiros, madeira e serviços florestais.
Mercado e salário
O engenheiro está amparado pela Lei nº 4.950-A/1966, que fixa o piso de seis salários mínimos para a jornada de seis horas, com acréscimo para as horas além dela. Acima do piso, o salário varia conforme o setor, a região, o porte da empresa e a experiência. Este guia não traz tabela salarial: números de pesquisas privadas divergem muito, e preferimos não citar valores sem fonte pública.
O mercado se concentra em regiões florestais e em empresas de celulose, madeira e siderurgia, e vem ganhando frentes com a restauração ecológica e os mercados de carbono. A atuação em campo, no interior, é comum. A especialização — manejo, geoprocessamento, restauração, licenciamento — e o domínio de dados aumentam as oportunidades.
Dados do guia, atualizados em 07/10/2026. Ver o guia completo, com as fontes.