Bolsa de estudo em Engenharia de Telecomunicações
Ainda não há bolsas abertas de Engenharia de Telecomunicações. O catálogo muda a cada período letivo.
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Ainda em dúvida se Engenharia de Telecomunicações é para você? Leia o guia do curso: o que faz, áreas de atuação, estágio e salário.
Sobre o curso de Engenharia de Telecomunicações
Engenharia de Telecomunicações cuida de tudo que nos conecta: celular, internet, satélite, 5G. Em cinco anos você aprende a projetar e operar redes de comunicação. Registro no CREA.
O curso
Engenharia de Telecomunicações é um bacharelado de cinco anos (dez semestres), conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Engenharia. O exercício da profissão exige registro no sistema CONFEA/CREA.
O que se estuda
O curso estuda sistemas de comunicação, processamento de sinais, antenas e propagação, redes de computadores, telefonia móvel, fibras ópticas, comunicações por satélite e segurança de redes.
Onde atua quem se forma
O engenheiro de telecomunicações atua em operadoras, fabricantes de equipamentos, provedores de internet, empresas de infraestrutura, órgãos reguladores e centros de pesquisa.
O que faz quem se forma em Engenharia de Telecomunicações
O engenheiro de telecomunicações projeta, implanta e mantém redes de dados, voz e vídeo, planeja a cobertura de antenas e garante qualidade e segurança do serviço.
Com a expansão da fibra e do 5G, a área mantém demanda em operadoras e em empresas de infraestrutura.
Engenharia de Telecomunicações: duração, atuação e salário
- Grau
- Bacharelado
- Duração
- 5 anos (10 semestres)
- Carga horária
- 3.600 horas, no mínimo, com estágio obrigatório
- Modalidade
- Presencial. Laboratórios e estágio exigem presença
- Registro
- CREA do estado, obrigatório para exercer e assinar projeto
Onde trabalha
- Operadoras de telefonia e internet — planejamento e operação de redes.
- Fabricantes de equipamentos de telecomunicações.
- Provedores de internet e data centers.
- Infraestrutura de torres e fibra óptica — empresas de infraestrutura.
- Satélites e comunicações especiais.
- Órgãos reguladores e setor público.
- Integração de sistemas e consultoria.
- Pesquisa e docência.
Mercado e salário
O engenheiro está amparado pela Lei nº 4.950-A/1966, que fixa o piso de seis salários mínimos para a jornada de seis horas, com acréscimo para as horas além dela. Acima do piso, o salário varia conforme o setor, a região, o porte da empresa e a experiência. Este guia não traz tabela salarial: números de pesquisas privadas divergem muito, e preferimos não citar valores sem fonte pública.
A expansão da fibra, do 5G e da internet das coisas mantém a demanda por profissionais de telecomunicações, mas o setor é concentrado em poucas grandes empresas e passa por consolidações. A formação é transferível para áreas de redes, software e eletrônica. A especialização em redes, segurança ou radiofrequência e o domínio de programação aumentam as oportunidades.
Dados do guia, atualizados em 07/10/2026. Ver o guia completo, com as fontes.