Bolsa de estudo em Engenharia de Materiais
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Ainda em dúvida se Engenharia de Materiais é para você? Leia o guia do curso: o que faz, áreas de atuação, estágio e salário.
Sobre o curso de Engenharia de Materiais
Engenharia de Materiais cria o que as outras engenharias usam: metais, polímeros, cerâmicas e compósitos. Em cinco anos você aprende a desenvolver e testar materiais para indústria, saúde e tecnologia. Registro no CREA.
O curso
Engenharia de Materiais é um bacharelado de cinco anos (dez semestres), conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Engenharia. O exercício da profissão exige registro no sistema CONFEA/CREA.
O que se estuda
O curso estuda ciência dos materiais, metais e ligas, polímeros, cerâmicas, compósitos, caracterização, corrosão, processos de fabricação e nanomateriais.
Onde atua quem se forma
O engenheiro de materiais atua em indústria metalúrgica, automotiva, aeroespacial, de plásticos e embalagens, cerâmica, eletrônica, saúde e centros de pesquisa.
O que faz quem se forma em Engenharia de Materiais
O engenheiro de materiais seleciona, desenvolve e testa materiais com as propriedades certas para cada uso, e melhora processos de fabricação e a vida útil dos produtos.
É uma carreira de inovação, com atuação em laboratórios de pesquisa e em fábricas.
Engenharia de Materiais: duração, atuação e salário
- Grau
- Bacharelado
- Duração
- 5 anos (10 semestres)
- Carga horária
- 3.600 horas, no mínimo, com estágio obrigatório
- Modalidade
- Presencial. Laboratórios e estágio exigem presença
- Registro
- CREA do estado, obrigatório para exercer e assinar projeto
Onde trabalha
- Indústria metalúrgica e siderúrgica.
- Polímeros, plásticos e borrachas.
- Cerâmica e vidro.
- Automotiva, aeroespacial e eletrônica — desenvolvimento de materiais.
- Biomateriais e saúde — implantes e dispositivos.
- Controle de qualidade e análise de falhas.
- Pesquisa e desenvolvimento — nanotecnologia, baterias e energia.
- Consultoria e docência.
Mercado e salário
O engenheiro está amparado pela Lei nº 4.950-A/1966, que fixa o piso de seis salários mínimos para a jornada de seis horas, com acréscimo para as horas além dela. Acima do piso, o salário varia conforme o setor, a região, o porte da empresa e a experiência. Este guia não traz tabela salarial: números de pesquisas privadas divergem muito, e preferimos não citar valores sem fonte pública.
O mercado é diverso e de nicho, com demanda em indústrias de transformação e em centros de pesquisa, e menos visível que o de outras engenharias. Há muitas vagas ligadas à indústria metalúrgica, de polímeros e de cerâmica, e a pós-graduação é comum para quem quer pesquisa e desenvolvimento. A formação é transferível para outras engenharias e indústrias.
Dados do guia, atualizados em 07/10/2026. Ver o guia completo, com as fontes.