Bolsa de estudo em Engenharia de Computação
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Ainda em dúvida se Engenharia de Computação é para você? Leia o guia do curso: o que faz, áreas de atuação, estágio e salário.
Sobre o curso de Engenharia de Computação
Engenharia de Computação junta o melhor de dois mundos: o software e o hardware. Em cinco anos você aprende a projetar sistemas embarcados, redes e soluções inteligentes — do código ao circuito — e sai preparado para a indústria de tecnologia.
O curso
Engenharia de Computação é um bacharelado de cinco anos (dez semestres), conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Engenharia e da área de Computação. O registro no sistema CONFEA/CREA é exigido para atribuições de engenharia.
O que se estuda
A formação combina cálculo, física e programação com eletrônica digital, arquitetura de computadores, sistemas operacionais, redes, sistemas embarcados, microcontroladores, inteligência artificial e engenharia de software.
Onde atua quem se forma
O engenheiro de computação atua em empresas de tecnologia, indústria eletrônica e automotiva, telecomunicações, automação, startups, bancos e consultorias.
O que faz quem se forma em Engenharia de Computação
O engenheiro de computação desenvolve a tecnologia que está dentro dos produtos: o sistema do carro, o equipamento médico, o roteador, o dispositivo de internet das coisas. Programa, projeta circuitos e integra as duas pontas para o produto funcionar.
Também atua com redes, segurança, sistemas embarcados, robótica e inteligência artificial. É um perfil muito procurado por empresas de tecnologia e por indústrias que estão se digitalizando.
Engenharia de Computação: duração, atuação e salário
- Grau
- Bacharelado
- Duração
- 5 anos (10 semestres)
- Carga horária
- 3.600 horas, no mínimo, com estágio obrigatório
- Modalidade
- Presencial e semipresencial. Laboratórios e estágio são presenciais
- Registro
- CREA do estado, para as atribuições de engenharia
Onde trabalha
- Sistemas embarcados e IoT — equipamentos eletrônicos, automotivos e industriais.
- Desenvolvimento de software — web, mobile, sistemas e plataformas.
- Redes e telecomunicações — infraestrutura, operadoras e provedores.
- Automação e robótica — fábricas, drones e máquinas inteligentes.
- Inteligência artificial e dados.
- Segurança da informação.
- Pesquisa e desenvolvimento — indústria e centros de inovação.
- Setor público, startups e docência.
Mercado e salário
O engenheiro está amparado pela Lei nº 4.950-A/1966, que fixa o piso de seis salários mínimos para a jornada de seis horas, com acréscimo para as horas além dela. Quem atua só com software costuma ser contratado sob as regras do mercado de tecnologia, sem depender do piso, e a remuneração varia muito por região, empresa, senioridade e tecnologia. Este guia não traz tabela salarial por falta de fonte pública consolidada.
O mercado é amplo e tem demanda em quase todos os setores: tecnologia, indústria, telecomunicações, automotivo, finanças e saúde. A concorrência é maior nas posições de software puro, e quem domina hardware e sistemas embarcados encontra nichos com menos disputa.
Dados do guia, atualizados em 07/10/2026. Ver o guia completo, com as fontes.