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Bolsa de estudo em Engenharia Agrícola

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Ainda em dúvida se Engenharia Agrícola é para você? Leia o guia do curso: o que faz, áreas de atuação, estágio e salário.

Sobre o curso de Engenharia Agrícola

Engenharia Agrícola leva a engenharia para o campo: máquinas, irrigação, armazenamento e construções rurais. Em cinco anos você aprende a aumentar a produtividade com tecnologia. Registro no CREA.

O curso

Engenharia Agrícola é um bacharelado de cinco anos (dez semestres), conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Engenharia. O exercício da profissão exige registro no sistema CONFEA/CREA.

O que se estuda

O curso estuda mecanização agrícola, irrigação e drenagem, construções rurais, energia na agricultura, pós-colheita e armazenamento, topografia, hidrologia e agricultura de precisão.

Onde atua quem se forma

O engenheiro agrícola atua em fazendas e cooperativas, empresas de máquinas e irrigação, agroindústrias, consultorias e órgãos públicos.

O que faz quem se forma em Engenharia Agrícola

O engenheiro agrícola projeta sistemas de irrigação, dimensiona máquinas e instalações rurais, planeja o armazenamento da produção e aplica tecnologia de precisão no campo.

Trabalha em propriedades, indústrias e consultorias que atendem o agronegócio, com uma carreira que combina engenharia e produção rural.

Engenharia Agrícola: duração, atuação e salário

Grau
Bacharelado
Duração
5 anos (10 semestres)
Carga horária
3.600 horas, no mínimo, com estágio obrigatório
Modalidade
Presencial. Laboratórios e estágio exigem presença
Registro
CREA do estado, obrigatório para exercer e assinar projeto

Onde trabalha

  • Irrigação e recursos hídricos — projetos e manejo da água.
  • Máquinas e mecanização agrícola — indústria e assistência técnica.
  • Pós-colheita e armazenamento — silos, secagem e beneficiamento.
  • Construções e ambiência rural — instalações para produção.
  • Agricultura de precisão e agtechs.
  • Energia rural e bioenergia.
  • Consultoria e projetos agropecuários.
  • Pesquisa, setor público e docência.

Mercado e salário

O engenheiro está amparado pela Lei nº 4.950-A/1966, que fixa o piso de seis salários mínimos para a jornada de seis horas, com acréscimo para as horas além dela. Acima do piso, o salário varia conforme o setor, a região, o porte da empresa e a experiência. Este guia não traz tabela salarial: números de pesquisas privadas divergem muito, e preferimos não citar valores sem fonte pública.

O mercado acompanha o agronegócio, com demanda em polos agrícolas e crescimento em tecnologia de precisão e irrigação. A atuação costuma ser no interior, o que pode exigir mudança de cidade. A especialização — irrigação, máquinas, precisão, pós-colheita — e o domínio de softwares e de dados aumentam as oportunidades.

Dados do guia, atualizados em 07/10/2026. Ver o guia completo, com as fontes.