Bolsa de estudo em Design Gráfico
Ainda não há bolsas abertas de Design Gráfico. O catálogo muda a cada período letivo.
Avise-me quando houver bolsa
Ainda não há bolsa de Design Gráfico. Deixe seu e-mail e avisamos uma vez, quando entrar.
Ainda em dúvida se Design Gráfico é para você? Leia o guia do curso: o que faz, áreas de atuação, estágio e salário.
Sobre o curso de Design Gráfico
Design Gráfico é o curso de quem pensa com imagem. Em cerca de dois anos você aprende a criar identidades visuais, peças publicitárias, embalagens e interfaces, com técnica e repertório para entrar no mercado criativo.
O curso
Design Gráfico é um curso superior de tecnologia de cerca de dois anos (quatro semestres), previsto no Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, com forte componente prático e de portfólio.
O que se estuda
O curso estuda fundamentos do design, tipografia, teoria da cor, ilustração, identidade visual, editoração, design de embalagens, design digital e interfaces, fotografia e softwares de criação.
Onde atua quem se forma
O designer atua em agências, estúdios de design, empresas, gráficas, editoras, startups de tecnologia e como freelancer.
O que faz quem se forma em Design Gráfico
O designer gráfico cria a parte visual da comunicação: logos, peças para redes sociais, cartazes, livros, embalagens, apresentações e telas de aplicativos. Busca equilíbrio entre estética, clareza e o objetivo do cliente.
O mercado aceita trabalho em agências, equipes de marca e como autônomo, e o portfólio é o principal cartão de visitas.
Design Gráfico: duração, atuação e salário
- Grau
- Tecnólogo
- Duração
- Cerca de 2 anos (4 semestres)
- Carga horária
- Conforme o Catálogo Nacional e a instituição
- Modalidade
- Presencial, semipresencial e EAD
- Registro
- Não exige registro em conselho
Onde trabalha
- Identidade visual e branding — logos, manuais e sistemas de marca.
- Design editorial — livros, revistas e materiais institucionais.
- Embalagens e produtos — rótulos e sistemas de embalagem.
- Design digital e redes sociais — peças para internet, campanhas e conteúdo.
- Interfaces (UI) e experiência do usuário (UX) — aplicativos e sites, em geral com complemento de formação.
- Motion e audiovisual — animações e vinhetas.
- Agências, estúdios e equipes internas de empresas, e freelancer.
Mercado e salário
Não há piso nacional em lei para designers, e a remuneração varia por região, tipo de empresa, especialização e vínculo (CLT, PJ ou freelancer). Este guia não traz tabela salarial: números de pesquisas privadas divergem e preferimos não citar valores sem fonte pública.
O mercado é amplo, mas competitivo e exigente em atualização. Quem une habilidade visual com conhecimento de marketing, interfaces e motion tem mais portas. Muitos designers combinam emprego fixo com projetos autônomos, e o portfólio e a rede de contatos pesam tanto quanto o diploma.
Dados do guia, atualizados em 07/10/2026. Ver o guia completo, com as fontes.