Bolsa de estudo em Ciências Econômicas
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Ainda em dúvida se Ciências Econômicas é para você? Leia o guia do curso: o que faz, áreas de atuação, estágio e salário.
Sobre o curso de Ciências Econômicas
Ciências Econômicas ensina a ler o dinheiro, os mercados e as decisões que movem países e empresas. Em quatro anos você aprende a analisar cenários, interpretar dados e propor soluções — com registro no CORECON para atuar como economista.
O curso
Ciências Econômicas é um bacharelado de quatro anos (oito semestres), conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso. O exercício da profissão de economista exige registro no CORECON (Conselho Regional de Economia).
O que se estuda
O curso combina microeconomia, macroeconomia, estatística, econometria, matemática financeira, contabilidade, economia brasileira, economia internacional e finanças públicas.
Onde atua quem se forma
O economista atua em bancos e instituições financeiras, consultorias, empresas, órgãos públicos, institutos de pesquisa, mercado de capitais e docência.
O que faz quem se forma em Ciências Econômicas
O economista analisa como recursos escassos são usados e como as decisões afetam preços, emprego e investimentos. Constrói projeções, avalia projetos, estuda o impacto de políticas públicas e orienta empresas e investidores.
Atua em bancos, corretoras, consultorias, indústrias, governos e organizações internacionais. A formação abre espaço para quem gosta de números, de contexto histórico e de entender por que a economia se comporta como se comporta.
Ciências Econômicas: duração, atuação e salário
- Grau
- Bacharelado
- Duração
- 4 anos (8 semestres)
- Carga horária
- 3.200 horas, no mínimo, com trabalho de conclusão
- Modalidade
- Presencial, semipresencial e EAD
- Registro
- CORECON da região, obrigatório para exercer como economista
Onde trabalha
- Mercado financeiro — bancos, corretoras, gestoras de recursos e seguradoras.
- Consultoria e análise de negócios — projetos, avaliação de investimentos e estratégia.
- Empresas — planejamento, inteligência de mercado, preços e controladoria.
- Setor público — órgãos de planejamento, bancos públicos e agências reguladoras, em geral por concurso.
- Institutos de pesquisa — IBGE, Ipea, fundações e centros de análise.
- Organismos internacionais e ONGs.
- Ciência de dados e análise quantitativa.
- Docência e pesquisa acadêmica.
Mercado e salário
Não há piso nacional em lei para economistas, e a remuneração varia muito por setor, porte da empresa, região e função. Este guia não traz tabela salarial: números de pesquisas privadas divergem, e preferimos não citar valores sem fonte pública.
O que se pode afirmar: o mercado financeiro e a consultoria costumam estar entre os setores que mais pagam, e o setor público, por concurso, oferece estabilidade e planos de carreira estruturados. O diferencial está em dominar análise de dados, estatística e programação, além de inglês. A formação em economia também é uma base valorizada para quem segue depois para finanças, gestão ou políticas públicas.
Dados do guia, atualizados em 07/10/2026. Ver o guia completo, com as fontes.